A caspa denominada é uma inflamação que ocorre onde existe maior produção de oleosidade pelas glândulas sebáceas. A caspa se manifesta descamando e coçando onde há as lesões que podem ficar avermelhadas.
Ela pode ser seca ou oleosa, sendo que a oleosa é conhecida como seborréia. A dermatite seborréica não é contagiosa e geralmente é considerada a forma mais grave de caspa, sendo uma afecção nas partes do corpo onde há maior produção de óleo por glândulas sebáceas.
Outra manifestação possível da caspa é através de um fungo de origem natural, denominado Malassezia, que se encontra no couro cabeludo de praticamente todas as pessoas. Esse fungo alimenta-se da oleosidade natural do couro cabeludo e fabrica subprodutos e .
• Leve – Pequenos flocos esbranquiçados junto ao couro cabeludo, próximos à raiz dos fios, visíveis somente com raspagem ou escovação.
• Moderada – Os flocos se encontram soltos entre os fios, sendo visíveis naturalmente — sem qualquer processo como raspagem ou escovação.
• Intensa – Descamação acentuada de flocos de tamanhos variados, abundantes e visíveis na superfície do cabelo e sobre os ombros do indivíduo.
As causas da dermatite seborréica são desconhecidas. Porém, alguns fatores podem agravar o quadro, tais como: alterações hormonais; stresse; mudanças bruscas de temperatura; alimentação de baixo valor nutritivo, especialmente com falta de proteínas.
ácidos que provocam irritação no couro cabeludo.
Como melhor tratar:
O foco principal para quem tem caspa deve se o de reforçar ainda mais a higiene. As pessoas não podem deixar de lavar periodicamente os cabelos, pois a higienização capilar é realmente fundamental. A lavagem contribui muito para a remoção de agentes poluidores como poeira e elimina a oleosidade excessiva. Lavar a cabeça todos os dias não causa a queda dos fios, como alguns acreditam.
Utilize produtos sob a forma de xampus, condicionadores ou tônicos capilares, com resultados bastante positivos no controle da caspa. Existem soluções específicos para a pele e couro cabeludo capazes de controlar os sintomas. Entre os mais conhecidos estão:
sulfato de selênio;
piritiona de zinco;
corticóides;
cetoconazol;
ácido alfa-hidróxido (AHA).
16 de fevereiro de 2010
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